e
tem durado outros tantos.
Naquela
altura nós vivemos
e
agora, sim, nós sabemos.
Temos
um presente repetido
mas
desta vez bem sentido.
Nunca
julgámos ficar
perdidamente
neste amar.
Entrelaçamo-nos
cada dia ainda mais
na
cumplicidade de quem não quer largar jamais.
Perdidos,
satisfeitos, conscientes.
Amados,
castrados, pacientes.
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