Para o que deverias ter sempre tempo todos os dias?
domingo, 29 de julho de 2012
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Puxa-me
Puxa-me
e toca-me na vida séria
aquela
em que morro sem ti
neste
lamento de dura réstia
no
leito que abraças onde te senti.
Silhueta
intrigante que me tens tido,
nesta
mente inquieta e morta de mim,
num
renascer por nós sentido
no
teu corpo de cetim.
Agitar
de mares contidos na escuridão
de
um mundo por outros ditos
nesta
espera de escravidão.
Puxa-me
e arranca-me da miséria
em
que vivo sem ti nos meus sentidos
neste
vento sem luz de modéstia.
domingo, 22 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
domingo, 15 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
Orquestra
Nas cordas histórias desenham
como traços loucos ondulantes.
Singulares e perdidos desdenham
na luta feroz dos sons sonantes.
Acertam compassos rigorosos
mas deliram em desvaneios longos,
enérgicos passos audaciosos
nos mais belos instantes prontos.
Toca, fere, cura, oferece
instrumento que chora
num sorriso que padece.
Dança, marca, mascara, ensurdece
instrumento que cora
numa caricia que nos tece.
domingo, 8 de julho de 2012
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Mudanças
Cansados
das linhas rectas que nos regem,
decidimos rodear-nos de
linhas diversas,
daquelas que não nos
ferem,
daquelas que nos soam
adversas.
Derrapamos no lixo da
monotonia
e expulsamos o ruido da
facilidade.
Afastamos, assim, o rio
de agonia
e recebemos a bênção da
verdade.
Louvamos a mudança
iminente
num céu que chora pela
nossa demora,
mas, que aberto e rendido, beija a madura mente.
Desenhamos as curvas
cegamente
nesta mudança que nos
namora,
numa dança onde nos
sentimos assim perdidamente.
domingo, 1 de julho de 2012
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